24 de fevereiro de 2015

Livro: A Culpa é das Estrelas por John Green.

 
Título: A Culpa é das Estrelas
Autor: John Green

Editora: Intrínseca

Número de páginas: 288

Ano: 2013

ISBN: 9788580572261 

Avaliação no Skoob: 4,4

Classificação dada pelo blog: ★★★★★


Essa resenha foi escrita há um ano atrás e por algum motivo, que eu não me lembro agora, eu acabei não postando. Sei que já faz um tempo que o livro foi lançado, mas queria deixar minha opinião aqui. Fiz algumas adaptações e bom, está aqui.
Eu me perguntei, porque não fazer a resenha em vídeo? Refleti por alguns minutos e pensei: Não, nem adianta, porque você vai chorar que nem uma doida e não vai dar muito certo, então, resolvi escrever mesmo porque eu posso chorar ou não chorar sem ninguém saber, essa é uma das vantagens de você escrever um post e não gravar algo para postar no Youtube.
Todo mundo sabe, pelo menos por cima, a história do livro: A Culpa é das Estrelas do John Green.  O livro é narrado em primeira pessoa, pela protagonista (jura?) Hazel Grace que sofre de um câncer de tireoide com metástase nos pulmões e é uma paciente terminal. Ela tem dezesseis anos e há três anos luta contra este câncer
Para que não se sinta tão sozinha, a mãe de Hazel faz com que ela vá um Grupo de Apoio, que é um grupo de adolescentes que tem algum tipo doença, ou seja, enfatizando o tema do livro, o câncer. Neste Grupo, ela conhece o maravilhoso Augustus Waters, ou simplesmente, o Gus, que foi diagnosticado com " osteossarcoma, um câncer que afeta os ossos. Ele é um dos SEC, que significa: "Sem evidência de câncer", fazendo com que ele viesse a amputar sua perna direita, e usasse uma prótese no lugar, o que o faz mancar e dirigir muito mal.
Após se conhecerem melhor, os dois começam a se aproximar mais e começam a ter os mesmos interesses, apesar de serem muito diferentes. "O último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico". Com a chegada de Augustus em sua vida, Hazel vê a sua reviravolta. "Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas." 
A Culpa das Estrelas virou um livro febril entre muitas pessoas, se posso dizer, até mundial. Sempre me perguntei o porque disso e porque as pessoas eram loucas, tipo, loucas mesmo, por esse livro e ficaram mais loucas ainda, com a estreia do trailer da adaptação cinematográfica. E ficaram muito mais loucas com a estreia do filme nos cinemas. Como sou uma pessoa que precisa estar antenada no mundo da literatura, fui querer saber, o porque de tanta loucura em relação ao livro! Comprei ele em 2013, junto com O Teorema de Katherine (que é do mesmo autor) e só peguei ele para ler esse ano (2014). Li mais, porque o pessoal estava dando muito spoiler em relação ao livro e ao trailer, dai resolvi ler sério, porque já tinha lido umas duas páginas quando ele havia chegado.
Vocês acreditam que, eu não conseguia desgrudar a droga do meu olho da página? Pelo que me lembro, em uma hora mais ou menos, já tinha lido umas 40 ou 50 páginas, isso porque, sou super lerda para ler determinados livros. Fiquei impressionada com o jeito que o John Green escreve, pois a escrita dele, de uma forma ou de outra, te cativa instantaneamente e você fica: UAU! Ele escreve de uma forma cotidiana, de uma forma que o adolescente consegue se identificar muito bem com a Hazel e de uma forma muito engraçada, que te faz querer mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais... até você terminar o livro e ficar em estado depressivo, o que vamos concordar, não é nada bom!
Quando eu terminei ele, em uma noite de um domingo, (dia 23/02 ~para ser mais especifica~), eu entendi o porque o livro foi tão febril e cativou tanto as pessoas. Em partes, posso falar que foi devido a sua escrita, mas para mim, o que me cativou mais, além da escrita, foi o enredo. Ele criou dois personagens, ambos com o maldito câncer, e mostrou ao mundo que, as pessoas que tem câncer, podem viver a sua vida normalmente, se aceitarem o seu destino, além de que, ele descreveu um dos melhores romances que eu já li, até melhor que Nicholas Sparks.
Parabéns a editora Intrínseca por ter trazido esse livro para o Brasil e por ter tido o maior cuidado com ele. Parabéns também, ESPECIALMENTE, ao John Green, por ter escrito uma história lindíssima, de comédia, dor, amizade e amor.

 






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